Paraíba

Mais de 45% das estradas paraibanas são consideradas boas ou ótimas, segundo CNT

Mais de 45% das estradas que cortam a Paraíba foram classificadas como boas ou ótimas. É o que revela a 22ª edição da Pesquisa CNT de Rodovias, divulgada pela Confederação Nacional do Transporte, nesta quarta-feira (17). De acordo com o estudo, 40,5% (o que representa 692 km da malha paraibana) foi classificada como boa e 4,6% (79 km) como ótima.


O mesmo levantamento mostra que 26,6% (455 km) foram tidas como regulares, 11,7% (199 km) como ruim e 16,6% (283 km) como péssima. No total, a malha rodoviária da Paraíba conta com 1.708 quilômetros.


No Brasil, 57% dos trechos avaliados apresentaram estado geral com classificação regular, ruim ou péssima. Em 2017, o percentual com algum problema foi de 61,8%. No total, a CNT pesquisou 107.161 km, o que corresponde a toda a malha federal pavimentada e aos principais trechos estaduais, também pavimentados.


Se no parâmetro geral, quase a metade das rodovias paraibanas aparecem como boas ou ótimas, quando há a separação entre rodovias estaduais e federais, a diferença fica muito grande. De acordo com o levantamento, 100% das estradas estaduais são classificadas como ruins ou péssimas, sendo 30,8% e 69,2%, respectivamente.

Já no apontamento exclusivo das estradas federais 6,1% foram classificadas como ótima, 53,3% como bom, 35% regular e 5,6% ruim.


Qualidade


No tocante à qualidade do pavimento, 49,3% (842 km) das rodovias foram classificadas como ótimas, 5,7% (98 km) como boas, 27,3% (466 km) como regular, 14,1% (240 km) ruim e 3,6% (62 km) como péssimas.


Outro aspecto considerado na pesquisa foi a qualidade da sinalização apresentada nas rodovias. 0,8% (13 km) foram classificadas como ótimas, 52,3% (895 km) bom, 20% (341 km) regular, 9,1% (155 km) ruim e 17,8% (304 km) péssima.


O último critério avaliado foi a geometria da via. De acordo com o levantamento, 8% (137 km) foram classificados como ótimo, 2,2% (37 km) como bom, 36,9% (630 km) regular, 12,5% (214 km) como ruim e 40,4% como péssimo.


Este ano, o levantamento da CNT chega à sua 22ª edição e classifica toda a malha percorrida por tipo de gestão, por estado, por regiões geográficas, por corredores rodoviários e por tipo de rodovias. O estudo é um instrumento de consulta para todos os caminhoneiros autônomos e demais transportadores de todo o país. Os dados podem subsidiar políticas setoriais de transporte, projetos privados, programas governamentais e atividades de ensino e pesquisa para o desenvolvimento do transporte rodoviário de cargas e de passageiros.​